São 6.421 janelas de 1 ano para cada ativo ou índice, cobrindo de 03/01/2000 a 28/07/2026. A cada dia de cotação, observou-se onde aquele investimento estava exatamente um ano depois (ver Introdução e metodologia para detalhes).
Um ano é o horizonte mais barulhento do estudo. Boa parte do que se vê aqui é o humor do mercado no período, e não o desempenho de longo prazo do ativo — é justamente o prazo em que a diferença entre as duas coisas passa despercebida com mais facilidade. E a pergunta é sempre a mesma, nos quatro horizontes de buy and hold (1, 2, 3 e 5 anos): quanto risco vale a pena carregar em troca do retorno que apareceu com mais frequência? Retorno de um lado, frequência de perda do outro. A conta tem dois lados.
Janelas móveis de 1 ano
CDI
12,11% a.a.
11,83% a.a.
0,00%
2,15%
24,02%
Dólar
5,80% a.a.
2,40% a.a.
46,11%
-31,21%
74,28%
Ibovespa
12,65% a.a.
8,72% a.a.
36,16%
-54,20%
130,09%
IMA-B
12,74% a.a.
13,38% a.a.
5,52%
-13,63%
32,77%
NASDAQ Composite (R$)
15,30% a.a.
12,74% a.a.
28,92%
-54,97%
120,27%
NASDAQ Composite (US$)
10,43% a.a.
13,18% a.a.
25,56%
-62,83%
95,11%
Ouro (R$/grama)
17,69% a.a.
14,59% a.a.
22,57%
-23,21%
99,76%
S&P 500 TR (R$)
14,90% a.a.
11,42% a.a.
24,30%
-31,19%
92,31%
S&P 500 TR (US$)
9,82% a.a.
13,12% a.a.
22,40%
-47,50%
77,80%
Média e mediana são do retorno anualizado. Retorno mínimo e máximo são o retorno total do período. Clique no título de uma coluna para ordenar por ela; o terceiro clique devolve a ordem original.
O Nasdaq Composite em reais teve o melhor retorno médio no estudo das janelas de 1 ano: 15,3%. É o número que costuma abrir a apresentação, e é também o que esconde o resto da distribuição. Das 6.421 janelas do índice, 28,9% terminaram negativas — quase três em cada dez. Já no S&P 500 TR em reais, 24,3% dos resultados de 1 ano foram negativos.
E as negativas não são todas do mesmo tamanho. No Nasdaq, 18,5% de todas as janelas perderam mais de 10%, e 5,2% perderam mais de 25%. A pior de todas devolveu −55,0%. O S&P 500 TR em reais desceu bem menos fundo — 12,1% de janelas piores que −10%, 1,0% piores que −25% e um mínimo de −31,2% —, o que não o transforma em outra categoria de ativo, só em uma cauda mais curta.
Distribuição de retornos contra a normal ajustada — Janelas de 1 ano — Retorno total
NASDAQ Composite (R$) — distribuição observada
CDI — distribuição observada
Curva normal ajustada (teórica)
Faixa sem nenhuma janela
NASDAQ Composite (R$)
6.421 janelas · média 15,30% · desvio-padrão 27,69%
CDI
6.421 janelas · média 12,11% · desvio-padrão 4,67%
Série
Janelas
Média
Desvio-padrão
Mínimo
Máximo
Além de 2 desvios
Além de 3 desvios
NASDAQ Composite (R$)
6.421
15,30%
27,69%
-54,97%
120,27%
5,14%
0,26%
CDI
6.421
12,11%
4,67%
2,15%
24,02%
6,03%
0,00%
Curva normal (teórica)
—
—
—
—
—
4,55%
0,27%
A área preenchida é a distribuição observada: a fração das janelas que terminou em cada faixa de retorno. A linha tracejada é a curva normal de mesma média e mesmo desvio-padrão do próprio ativo, na mesma escala — quantas janelas ela poria em cada faixa. As retas de três desvios e a marca do zero são as duas réguas da comparação, e o trecho sombreado é a parte do eixo onde nenhuma janela caiu. Cada painel tem o próprio eixo de retorno: os números embaixo do nome do ativo é que comparam um com o outro.
E aqui o contexto de época importa: a pior janela do Nasdaq começou em 10 de março de 2000; a melhor, em 16 de março de 2020. De 2000 a 2004, a mediana de retorno do Nasdaq em reais para janelas de 1 ano foi de −3,93%, e de 2005 a 2009 foi de −1,93% — dois períodos seguidos em que a janela típica de um ano terminou no vermelho. Tudo mudou a partir de 2010: a mediana saltou para 30,34% de 2010 a 2014 e recuou para 22,17% de 2015 em diante. Veja a tabela com segregação de retornos por período ao final desta página.
Concentração de retornos por faixa para cada ativo — Janelas de 1 ano — Retorno total
CDI
Ibovespa
NASDAQ Composite (R$)
S&P 500 TR (R$)
Aqui a cor é da linha desta legenda, e não do ativo — nos demais gráficos do site, cada ativo mantém a sua.
Número de janelas de retornos observados para cada faixa de retorno total.
Retorno médio é fácil de aceitar num gráfico. A questão é outra: você fica? Esperar um ano, abrir o extrato e ver um quarto do valor a menos é uma experiência, não uma linha de planilha, e é ela que separa quem chegou ao fim da janela para receber a média de quem saiu no meio do caminho. Se esticar o prazo muda essa cauda, e quanto, é o que as páginas de 2, 3 e 5 anos medem.
O Efeito do Dólar
Vale marcar de onde este estudo olha: sempre da posição do investidor brasileiro. Ao comprar S&P 500 ou Nasdaq, ele fica posicionado ao mesmo tempo no índice e no dólar. Não são duas decisões, é uma só, e o resultado das duas chega junto no mesmo extrato.
E o câmbio corta nos dois sentidos. Nas mesmas 6.421 janelas, o S&P 500 TR em dólares terminou negativo menos vezes do que em reais: 22,4% contra 24,3%. E, quando caiu, caiu mais fundo: mínimo de −47,5% contra −31,2%. No Nasdaq o padrão se repete e fica mais extremo: 25,6% de janelas negativas em dólares contra 28,9% em reais, e um mínimo de −62,8% contra −55,0%. Não é que uma moeda seja melhor que a outra. São perguntas diferentes, e a deste estudo é a de quem paga as contas em reais.
Agora o mercado local
O Ibovespa rendeu 12,6% em média nas mesmas 6.421 janelas, contra 12,1% do CDI: meio ponto percentual de diferença, cobrado com 36,2% de janelas negativas de um lado e nenhuma do outro. Em 20,6% delas o índice perdeu mais de 10% — mais de uma em cada cinco —, e a pior perdeu 54,2%.
Do outro lado da conta está o teto: 130,1% na melhor janela de todas. Só que retorno acima de 50% em um ano apareceu em 9,0% das janelas, menos de uma em cada dez. A pergunta que fica é se 36,2% de janelas negativas é um preço razoável pela exposição a essa ponta.
Há ainda um detalhe que muda a leitura de todas as linhas acima. A média do Ibovespa foi 12,6%, mas a mediana — o valor que parte as 6.421 janelas exatamente ao meio — foi 8,7%, ou seja, metade das janelas rendeu menos do que isso. A mediana do CDI, nas mesmas datas, foi 11,8%. Alguns poucos extremos puxaram a média do índice para cima e levaram junto a impressão de risco.
Distribuição de retornos contra a normal ajustada — Janelas de 1 ano — Retorno total
Ibovespa — distribuição observada
CDI — distribuição observada
Curva normal ajustada (teórica)
Faixa sem nenhuma janela
Ibovespa
6.421 janelas · média 12,65% · desvio-padrão 27,48%
CDI
6.421 janelas · média 12,11% · desvio-padrão 4,67%
Série
Janelas
Média
Desvio-padrão
Mínimo
Máximo
Além de 2 desvios
Além de 3 desvios
Ibovespa
6.421
12,65%
27,48%
-54,20%
130,09%
4,70%
1,39%
CDI
6.421
12,11%
4,67%
2,15%
24,02%
6,03%
0,00%
Curva normal (teórica)
—
—
—
—
—
4,55%
0,27%
A área preenchida é a distribuição observada: a fração das janelas que terminou em cada faixa de retorno. A linha tracejada é a curva normal de mesma média e mesmo desvio-padrão do próprio ativo, na mesma escala — quantas janelas ela poria em cada faixa. As retas de três desvios e a marca do zero são as duas réguas da comparação, e o trecho sombreado é a parte do eixo onde nenhuma janela caiu. Cada painel tem o próprio eixo de retorno: os números embaixo do nome do ativo é que comparam um com o outro.
O mesmo vale para as séries americanas: 15,3% de média contra 12,7% de mediana no Nasdaq, 14,9% contra 11,4% no S&P 500 TR — e nessas duas, como o parágrafo do câmbio mostra, o dólar está dentro da conta. Média é onde os extremos mandam. Mediana é o meio da fila.
Retornos anualizados por ativo — Distribuição de frequência de retornos anuais
Os números do gráfico
CDI
12,11% a.a.
11,83% a.a.
0,00%
2,15% a.a.
24,02% a.a.
Dólar
5,80% a.a.
2,40% a.a.
46,11%
-31,21% a.a.
74,28% a.a.
Ibovespa
12,65% a.a.
8,72% a.a.
36,16%
-54,20% a.a.
130,09% a.a.
IMA-B
12,74% a.a.
13,38% a.a.
5,52%
-13,63% a.a.
32,77% a.a.
NASDAQ Composite (R$)
15,30% a.a.
12,74% a.a.
28,92%
-54,97% a.a.
120,27% a.a.
Ouro (R$/grama)
17,69% a.a.
14,59% a.a.
22,57%
-23,21% a.a.
99,76% a.a.
S&P 500 TR (R$)
14,90% a.a.
11,42% a.a.
24,30%
-31,19% a.a.
92,31% a.a.
A largura de cada coluna é a proporção de janelas naquele retorno. O traço claro é a mediana e o losango é a média. As hastes chegam ao retorno mínimo e ao máximo de verdade, e não a um corte estatístico: a pior janela do estudo é justamente o que esta página existe para mostrar. Aqui a cor marca a ordem da legenda, não o ativo; cada coluna tem o nome escrito embaixo.
Inflação e CDI
O IMA-B — a carteira de títulos públicos atrelados à inflação, as NTN-Bs que o Tesouro Direto vende com o nome de Tesouro IPCA+ — rendeu 12,7% em média e 13,4% na mediana. Aqui cabe uma ressalva que as outras linhas não pedem: o índice só começa em setembro de 2003, então são 5.491 janelas, e não 6.421. Não é o mesmo pedaço de história, e a comparação direta com as demais séries carrega essa costura.
E o IMA-B não é o CDI. Em 5,5% das janelas de 1 ano ele terminou negativo, a pior perdeu 13,6% e a melhor rendeu 32,8%. Um título indexado à inflação carregado até o vencimento entrega a inflação mais a taxa contratada; dentro de uma janela de um ano, o que aparece é a marcação a mercado. São duas coisas diferentes, e é a segunda que esta página mede. Nas demais janelas (2, 3 e 5 anos), o IMA-B não teve sequer um retorno negativo.
CDI
Média12,11% a.a.
Mediana11,83% a.a.
Janelas negativas
0,00%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
2,15%
Retorno máximo
24,02%
Dólar
Média5,80% a.a.
Mediana2,40% a.a.
Janelas negativas
46,11%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
-31,21%
Retorno máximo
74,28%
Ibovespa
Média12,65% a.a.
Mediana8,72% a.a.
Janelas negativas
36,16%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
-54,20%
Retorno máximo
130,09%
IMA-B
Média12,74% a.a.
Mediana13,38% a.a.
Janelas negativas
5,52%
Janelas
5.491
Retorno mínimo
-13,63%
Retorno máximo
32,77%
NASDAQ Composite (R$)R$
Média15,30% a.a.
Mediana12,74% a.a.
Janelas negativas
28,92%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
-54,97%
Retorno máximo
120,27%
NASDAQ Composite (US$)US$
Média10,43% a.a.
Mediana13,18% a.a.
Janelas negativas
25,56%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
-62,83%
Retorno máximo
95,11%
Ouro (R$/grama)
Média17,69% a.a.
Mediana14,59% a.a.
Janelas negativas
22,57%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
-23,21%
Retorno máximo
99,76%
S&P 500 TR (R$)R$
Média14,90% a.a.
Mediana11,42% a.a.
Janelas negativas
24,30%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
-31,19%
Retorno máximo
92,31%
S&P 500 TR (US$)US$
Média9,82% a.a.
Mediana13,12% a.a.
Janelas negativas
22,40%
Janelas
6.421
Retorno mínimo
-47,50%
Retorno máximo
77,80%
Onde o selo de moeda aparece, os dois cartões são a mesma série. A diferença entre eles não é desempenho do índice: é o câmbio do período. Quem compra o índice lá fora fica posicionado nas duas coisas ao mesmo tempo, e o resultado das duas chega junto no mesmo extrato.
Média e mediana aparecem juntas de propósito: quando divergem, a ordem do ranking muda conforme a escolhida. Retorno mínimo e máximo são retorno total do período, não anualizado.
Mediana por período de entrada — janelas de 1 ano
Cada coluna reúne as janelas de 1 ano que começaram dentro daquela faixa de datas. O rótulo é a data de entrada, e não o período medido: quem entrou no fim de uma faixa só viu o resultado 1 ano depois, já dentro da faixa seguinte. Por isso cada coluna diz, sob o rótulo, até quando vão as entradas e até quando os resultados delas se realizaram.
Mediana do retorno anualizado, por período de entrada
Séries em reais
CDI
18,38% a.a.Maior mediana entre as séries em reais nesta faixa.
12,13% a.a.
10,43% a.a.
11,05% a.a.
Dólar
6,39% a.a.
-8,33% a.a.
11,43% a.a.
1,94% a.a.
Euro
10,13% a.a.
-5,07% a.a.
8,85% a.a.
3,71% a.a.
Ibovespa
11,90% a.a.
29,50% a.a.Maior mediana entre as séries em reais nesta faixa.
-5,56% a.a.
13,81% a.a.
IFIX
—Sem janela de 1 ano iniciada em 2000–2004: a série começa em 30/12/2010.
—Sem janela de 1 ano iniciada em 2005–2009: a série começa em 30/12/2010.
3,75% a.a.*1.010 das 1.259 entradas desta faixa; a série começa em 30/12/2010.
7,88% a.a.
IMA-B
13,75% a.a.*328 das 1.258 entradas desta faixa; a série começa em 16/09/2003.
16,58% a.a.
14,20% a.a.
9,69% a.a.
IMA-B 5
13,54% a.a.*328 das 1.258 entradas desta faixa; a série começa em 16/09/2003.
15,37% a.a.
12,72% a.a.
10,05% a.a.
IMA-B 5+
14,64% a.a.*328 das 1.258 entradas desta faixa; a série começa em 16/09/2003.
19,35% a.a.
15,55% a.a.
9,13% a.a.
NASDAQ Composite (R$)
-3,93% a.a.
-1,93% a.a.
30,34% a.a.
22,17% a.a.Maior mediana entre as séries em reais nesta faixa.
Ouro (R$/grama)
12,79% a.a.
16,42% a.a.
14,15% a.a.
14,31% a.a.
S&P 500 (R$)
4,45% a.a.
-5,38% a.a.
28,27% a.a.
15,94% a.a.
S&P 500 TR (R$)
5,99% a.a.
-3,47% a.a.
31,13% a.a.Maior mediana entre as séries em reais nesta faixa.
17,89% a.a.
Carteira equal-weight
3,96% a.a.*328 das 1.258 entradas desta faixa; a série começa em 16/09/2003.
12,69% a.a.
12,72% a.a.
16,66% a.a.
Séries em dólares
NASDAQ Composite (US$)
-0,93% a.a.
8,03% a.a.
16,44% a.a.Maior mediana entre as séries em dólares nesta faixa.
21,41% a.a.Maior mediana entre as séries em dólares nesta faixa.
S&P 500 (US$)
1,72% a.a.
7,52% a.a.
13,49% a.a.
14,14% a.a.
S&P 500 TR (US$)
3,46% a.a.
9,65% a.a.
15,92% a.a.
16,18% a.a.
Ouro (US$/onça)
10,76% a.a.Maior mediana entre as séries em dólares nesta faixa.
25,68% a.a.Maior mediana entre as séries em dólares nesta faixa.
-4,50% a.a.
10,02% a.a.
A última coluna não tem data final. Ela reúne as entradas de 02/01/2015 em diante que já completaram 1 ano — a última é 28/07/2025, e o resultado dela fechou em 28/07/2026. Quem entrou depois ainda não cumpriu o prazo e não entra em conta nenhuma desta tabela. Quanto maior o horizonte, mais cedo essa coluna termina.
Um traço não é um zero. Onde aparece “—”, a série ainda não existia na faixa e não há janela alguma para medir; o ponteiro sobre a célula diz desde quando ela existe.
O asterisco marca a série que não cobre a coluna inteira. A contagem no alto de cada coluna é a das séries que existiam durante toda a faixa de entrada. Onde a série começa depois, a mediana descreve só o trecho em que ela já existia: IFIX (desde 30/12/2010), 1.010 de 1.259 em 2010–2014; IMA-B (desde 16/09/2003), 328 de 1.258 em 2000–2004; IMA-B 5 (desde 16/09/2003), 328 de 1.258 em 2000–2004; IMA-B 5+ (desde 16/09/2003), 328 de 1.258 em 2000–2004; Carteira equal-weight (desde 16/09/2003), 328 de 1.258 em 2000–2004.
O fundo repete o número, não acrescenta nada a ele. A intensidade é proporcional à mediana e compara as séries apenas dentro do mesmo bloco de moeda e da mesma coluna; mediana igual ou abaixo de zero fica sem fundo. Ela não compara colunas entre si, e não há cor de “certo” nem de “errado” aqui — há retorno maior e retorno menor. O maior de cada bloco em cada faixa vem em negrito.
Retorno em reais e retorno em dólares ficam em blocos separados porque não são a mesma unidade: a diferença entre as duas versões de um mesmo índice é o câmbio do período. Por isso a ordenação por coluna também acontece dentro de cada bloco, e nunca entre eles.
Um ano é tempo de sobra para o mercado mudar de humor, e curto demais para que isso deixe de importar. É o horizonte em que o humor do período e o ativo se confundem com mais facilidade — e é para olhar essa diferença de perto que existem as páginas de 2, 3 e 5 anos.